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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Fique ligado!




Queridos pais e responsáveis, estamos identificando alguns casos de conjutivite e catapora em nossos alunos.
Lembramos que essas doenças são contagiosas e que se não forem bem tratadas podem levar a alguma sequela mais grave.

Solicitamos que observem seus filhos em casa, nos casos de olhos vermelhos e inchados ou com secreção é sinal de conjutivite, já em crianças com bolhas de água pelo corpo pode ser catapora.
Consulte o pediatra e trate seu filho em casa... além dos cuidados com seu filho você estará ajudando a manter a escola e os demais colegas com a saúde em dia!

quinta-feira, 22 de março de 2012

Lembrete

 

Amanhã dia 23/03/2012 os alunos terão aula até as 13hs.

Devido a detetização que será realizada na escola, solicitamos a todos os pais e responsáveis que busquem seus filhos até o horário informado.
Segunda-feira dia 26/03/2012 a escola abre no seu horário normal.


Salve o planeta ÁGUA!


quinta-feira, 15 de março de 2012

Comunicado Importante: DETETIZAÇÃO


 

Informamos dia 23/03/2012 os alunos terão aula até as 13hs.

Devido a detetização que será realizada na escola, solicitamos a todos os pais e responsáveis que busquem seus filhos até o horário informado.
Segunda-feira dia 26/03/2012 a escola abre no seu horário normal.


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Tirando o seu bebê das fraldas

Por Lêda Maria Rezende de Almeida - Médica pediatra
Publicado em 22/04/2008

Quando iniciar e como ensinar?


Já saiu das fraldinhas! Assim dizem os pais, muito eufóricos, quando o seu filho já solicita o uso do banheiro. É um motivo de comemoração, por ser entendido como mais um passinho no sentido do crescimento do nenê.

E é verdade!
Esta nova fase de "bebê sequinho", que tanto encanta aos pais, ocorre, em sua maioria,  em torno dos 2 ou 3 anos de idade, alguns mais cedo, outros um pouco mais tarde, mas sempre por volta desta faixa etária.

Muito cedo pode ser prejudicialMuitos pais se questionam sobre a forma correta para dar início a este novo ensinamento.
É importante saber a época do inicio; treinamentos muito precoces acabam não sendo benéficos, estressam a criança e os pais; e nem sempre têm um resultado final positivo.

Início do treinamentoO período em que se pode iniciar é, em geral, logo depois que o bebê já sabe correr com certa segurança e autoconfiança. Esta é uma etapa do desenvolvimento neuro-psico-motor em que a coordenação motora já está melhor estabelecida. Pode-se então começar, a partir daí, o treinamento do controle dos esfíncteres de forma mais criteriosa, não só sob o ponto de vista orgânico, mas também emocional - esta é também uma fase em que o bebê já está inserido na Linguagem. A comunicação se faz assim de forma mais adequada.
Primeiro se treina o controle do esfíncter anal, depois o controle do esfíncter urinário. Primeiro durante o dia e depois durante a noite.

Todo o treinamento deve ser feito de forma bem tranqüila, sem pressão e/ou chantagem, para que entre na rotina sem angústia, sem culpa e sem receio.

Deve ser comemorado cada sucesso, mas sem grandes alardes para não dar a conotação de que são os pais os únicos interessados neste sucesso. Lembre-se de que crianças são os melhores leitores das emoções paternas e maternas e sabem lidar com a emoção dos pais muito sagazmente e sabiamente! E daí a inverter a situação é um pulo.

Quando a criança entende, com tranqüilidade, o significado desta nova etapa, ela passa, então, a solicitar ajuda à mãe, ao pai ou à babá e deve ser sempre atendida de forma mais imediata possível, mas sem exageros para evitar parecer uma situação emergencial. Por mais inconveniente que seja o momento da solicitação, evite ao máximo sugerir fazer "nas fraldinhas mesmo, agora pode". Ela ficará insegura diante desta resposta e acabará por se deixar envolver pelo clima de ambigüidade e desistência, tornando-se muito mais difícil depois resgatar esta etapa.

Quando é necessário um retrocessoQuando em situações extremas como, por exemplo, uma doença diarréica, fica, por certo, mais complicado administrar toda a situação, em especial se ocorrer em período de treinamento recente. É muito importante, no entanto, que seja explicado que é por causa da doença e que logo, logo, quando sarar, vai poder jogar fora de novo as fraldinhas. E cumprir e estimular o combinado!

Privacidade é necessárioÉ importante também que ele tenha seu "espacinho" - principalmente no início do treinamento. Valorizar a privacidade faz parte da orientação. Pode ser um piniquinho colocado ao lado da cuba sanitária para que ela possa, junto com o adulto que a acompanha, despejar e dar a descarga.
Lembro de uma criança de 3 anos de idade que não conseguia ir ao banheiro e quando forçado a sentar na cuba sanitária ficava apavorado. Tremia e gritava a um ponto que era necessário sair do banheiro e ser aconchegado para se acalmar. Um dia, ele falou, chorando muito, que tinha medo de ser engolido pela descarga.

As fantasias infantis são inúmeras e é sempre conveniente estar atento a situações de medo e de recusa a novos hábitos. Por trás de muitos "medinhos" se esconde uma fantasia que até para os adultos podem ser assustadores.

Escapulidas podem acontecer, e lá um belo dia, depois de muito acerto, lá se vai um xixi na roupa ou na cama. Não se assuste nem seja muito rigorosa na pontuação do erro. Isto é possível e passível de acontecer nesta fase inicial, em especial num dia de muito cansaço ou de muita agitação. O ideal é ser compreensivo e entender o ato como um fato acidental. Isso o deixará mais tranqüilo para continuar em seu ritmo já estabelecido.

O controle dos esfíncteres é uma das etapas em que todos participam de forma direta ou indireta, desde pais e familiares, até os cuidadores em creches e escolinhas.
Todas as etapas do desenvolvimento de uma criança são sempre gratificantes. Todos ficam felizes com o bom desempenho e a criança também.

Os comentários em volta dela: "não usa mais fraldinhas" a deixa em posição privilegiada e de destaque. Ela sente isso, ela sente o progresso e o seu próprio caminhar em direção ao mundo dos adultos. Sente-se mais independente e se regozija junto com quem a orienta. Cuide então, para que esta etapa seja vencida de forma suave, tranqüila, com o mínimo de preocupação e o máximo de alegria por ter sido bem apreendida.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Importância do melhor amigo para a criança

Por Priscila Caldeira - Equipe BBel
Publicado em 20/09/2011

 Faixa etária e identidade


                                                                                                       Shutterstock

Manter amizades não é só benéfico para os adultos. Desde a fase inicial de vida, o estabelecimento de vínculos afetivos assume importância. Segundo os especialistas, é a partir dos 6 anos de idade que a criança consegue "eleger" um amigo, seja por meio de uma brincadeira ou de um jogo que possibilite uma identificação entre as mesmas faixas etárias.

"Com o passar do tempo, conviver com amigos traz, de forma expressa, a possibilidade de desenvolvimento da diferença entre certo e errado, a possibilidade de aprender a ganhar e a perder, a aceitar diferenças e a seguir regras, pois toda boa convivência está sujeita a elas", afirma a especialista em psicologia clínica na abordagem Gestáltica, Claudia Marinho.

Como aponta, a percepção do melhor amigo pode surgir aos 3 ou 4 anos, mas a "memória afetiva" só será registrada a partir dos 5. "Em torno dos 4 anos de idade a criança compartilha seu mundo interno com um colega, mas somente após os cinco anos é que essas crianças têm a capacidade para reter essas memórias e lembrar com carinho dos amigos que fizeram nessa época", ressalta Claudia.

Com o passar dos anos, o vínculo de amizade tende a aumentar. "A partir dos 10 anos, esse vínculo surge quando a criança está em busca de modelos para o desenvolvimento de sua identidade. Antes disso, ela elege seu melhor amigo para brincar", explica a educadora e mediadora de conflitos, Suely Buriasco.

 Importância


                                                                                                      Shutterstock

Além de saudável, o estabelecimento de vínculos afetivos possibilita a convivência com regras e limites necessários à vida em sociedade. Ao ver seu comportamento espelhado nas reações do outro, a criança tem condições de conhecer vários modelos de relação e se atentar à noção de limite.

As crianças com a mesma idade têm facilidade na convivência por estabelecerem a mesma linguagem e vestirem-se de formas semelhantes. "Permite a todos os envolvidos uma melhor estruturação de seus processos de diferenciação que, por consequência, influenciarão na construção de um 'eu' mais saudável", afirma a psicóloga Claudia Marinho.

Estabelecer vínculos afetivos fora da esfera familiar é mais desafiador para a criança, já que permite a ela sair da "zona de conforto" e lidar com outros ambientes. Segundo a psicóloga Lilian Lerner Castro, firmar vínculos de amizade é um processo que depende do amadurecimento cognitivo. "A criança precisa se ater a regras e aprender a lidar em sociedade quando se depara com os amigos".

Ao enfrentar situações novas, os amigos funcionam como referenciais, sendo importantes para dar apoio em uma situação em que o outro se sentiu inseguro. O fazer parte de um grupo e o sentir-se aceita pelas pessoas da mesma idade fornecem a base de toda a estrutura emocional da vida daquela criança.

"Existem alguns estudos que falam das consequências da falta desse vínculo na primeira infância - inclusive com crianças que vão cedo para a creche - e que fazem correlações desta até mesmo com dificuldades de aprendizado", afirma Claudia Marinho.

A amizade predileta costuma levar a trocas positivas e, segundo Suely Buriasco, os momentos de afetividade vividos por meio da amizade são fundamentais para a formação de personalidades "sadias" e capazes de aprender. "Sem essa consciência, a criança enfrenta grandes dificuldades de socialização. Se a criança é tímida e o amigo não, ela passa a ficar mais expansiva. Se um é estudioso, o outro pode se interessar mais pelos estudos".

A troca de hábitos culturais da família de cada um também irá possibilitar o desenvolvimento de ambos. Os amigos passam a descobrir e praticar valores de um bom relacionamento, como fidelidade, cooperação, solidariedade e respeito ao outro.
Os pais exercem papel fundamental no estímulo de vínculos afetivos.

 Apoio familiar


                                                                                                       Shutterstock

Os pais precisam dar um espaço para que as crianças estabeleçam suas relações, sem, no entanto, deixar de determinar limites e regras. Para a educadora Suely Buriasco, o ideal é sempre os pais estabelecerem elos de cumplicidade com os filhos sem ser invasivos. "Para isso, é preciso que aceitem que existe um mundo entre o filho e o amigo do qual os pais não fazem parte. Essa atitude pode fazer dos pais parceiros confiáveis para dividir as partes boas e os conflitos que surgirem dessa amizade".

A família pode propiciar que o filho vivencie outras realidades, estimulando-o a convidar os amigos para brincar em casa. "Eles devem procurar atividades coletivas como um esporte, por exemplo, e atividades que sejam feitas em grupo", sugere Lilian Lerner Castro, principalmente para as crianças mais tímidas.

Para a psicóloga Claudia Marinho, os exemplos são a melhor forma de mostrar para a criança com dificuldades em relacionar-se que estabelecer amizade pode ser prazeroso. "Interaja com seu semelhante de maneira cordial e estará dando ao seu pequeno uma boa noção de que o outro pode ser muito bom".

Se a criança demonstrar dificuldade em fazer amizades, as especialistas recomendam o respeito. "Respeite a maneira de ser de seu filho, mas procure conversar com ele e descobrir se tem alguma coisa errada. Procurar ajuda especializada em casos extremos é uma saída", frisa Claudia.Suely afirma que propiciar diferentes momentos da rotina familiar interagindo com outras famílias com filhos é interessante para a criança sentir-se mais segura. Desta forma, os pais devem propor atividades em que as crianças tenham que trocar seus conhecimentos, buscar ajuda de outras e esforçar-se em serem compreendidas.

De acordo com a educadora, é importante que os pais não transformem essa preocupação em "neura", muito menos que forcem qualquer situação. "Nesse caso, o efeito será totalmente contrário ao desejado, ou seja, o filho poderá intimidar-se, tornando-se ainda mais introvertido".

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Como perceber se seu filho é hiperativo?

Por Samanta Dias - Equipe BBel
Publicado em 22/03/2011

Comportamentos característicos do TDAH



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Para padronizar e facilitar o diagnóstico, os comportamentos característicos do TDAH são descritos no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, DSM - IV, elaborado pela Associação Americana de Psiquiatria. Veja os nove sintomas que ocorrem com frequência na criança que sofre de déficit de atenção
  1. Não presta muita atenção nos detalhes ou comete erros por descuido nos deveres escolares, no trabalho ou em outras atividades;
  2. Mostra dificuldade em manter a atenção em tarefas ou jogos;
  3. Parece não escutar o que lhe falam;
  4. Não obedece às instruções passo a passo e não completa deveres, ou tarefas no trabalho (sem ser devido a um comportamento de oposição ou por uma dificuldade de entender as instruções);
  5. Tem dificuldade em ser organizado em trabalhos ou outras atividades;
  6. Evita, incomoda-se ou mostra-se relutante a envolver-se em tarefas que exigem um esforço mental prolongado (tais como deveres escolares ou trabalhos de casa);
  7. Perde objetos necessários para suas atividades, por exemplo, brinquedos, deveres escolares, lápis, livro, óculos, celular, etc;
  8. Distrai-se facilmente devido a estímulos externos;
  9. Esquece-se de suas atividades diárias.
Abaixo, os sintomas que ocorrem frequentemente nos hiperativos/impulsivos.
Hiperatividade / Impulsividade
  1. Frequentemente está mexendo com as mãos ou os pés, ou se revira na cadeira;
  2. Levanta-se da cadeira na sala de aula ou em outras situações nas quais o esperado é que ficasse sentado;
  3. Corre ou sobe em locais inadequados (em adolescentes ou adultos, pode se limitar a uma sensação subjetiva de inquietação);
  4. Dificuldade em brincar ou praticar qualquer atividade de lazer sossegadamente;
  5. Está muito ocupado ou frequentemente age como se estivesse "elétrico";
  6. Fala em excesso;
  7. Responde precipitadamente antes de ouvir a pergunta toda;
  8. Tem dificuldade em esperar sua vez;
  9. Interrompe ou se intromete na fala dos outros (por exemplo, invade conversa ou jogos de outros).
Como analisar os sintomas do TDAH



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Segundo o DSM-IV, uma criança que apresente seis ou mais sintomas de desatenção por mais de seis meses será classificada como portadora de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, predominantemente desatenta. Ao demonstrar seis ou mais sintomas de hiperatividade e impulsividade em período superior a seis meses, a criança será diagnosticada como TDAH predominantemente Hiperativa/Impulsiva.
A ocorrência mais comum, no entanto, segundo o psiquiatra Enio Roberto, é o transtorno combinado, quando estão presentes de seis ou mais sintomas de desatenção associados a seis ou mais sintomas de hiperatividade e impulsividade.
O psiquiatra ressalta que não há como dizer com precisão a partir de qual idade os sintomas começam a ser perceptíveis, pois depende do grau de tolerância dos pais considerar uma criança mais agitada, impulsiva e desatenta do que o habitual. "Algumas mães relatam que os filhos portadores de TDAH se mexiam dentro da barriga, durante a gestação, mais do que os outros. Não há comprovação científica disso, mas há relatos", observa Enio.
Segundo a Associação Brasileira do Déficit de Atenção, crianças e adolescentes com TDAH podem ter mais problemas de comportamento relacionados a regras e limites e os meninos tendem a ter mais sintomas de hiperatividade e impulsividade do que as meninas. O transtorno, na maioria dos casos, segue na vida adulta.
O psiquiatra Enio Roberto explica que a avaliação deve começar por onde os pais acharem melhor. Eles podem conversar com os professores para verificar se suas desconfianças procedem. O mesmo assunto pode ser tratado com um psicopedagogo, pediatra ou psicólogo antes de partir para o diagnóstico formal. Pedir para esses profissionais conversarem com a criança também é válido.
Assim como a maioria dos problemas de saúde, quanto mais cedo o TDAH for diagnosticado menos danos vai causar à criança. Os portadores de TDAH podem sofrer também de baixa autoestima e até desenvolver depressão devido ao desempenho ruim na escola, à falta de atenção em tarefas cotidianas, ao esquecimento e à dificuldade de terminar projetos, por exemplo.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Como perceber se seu filho é hiperativo?

Por Samanta Dias - Equipe BBel
Publicado em 22/03/2011

TDAH - Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade


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Normalmente conhecido como hiperatividade, o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade ou TDAH atinge em média 5% das crianças do Brasil, de acordo com a Associação Brasileira do Déficit de Atenção. Classificadas geralmente por inquietas, "avoadas" preguiçosas e "ligadas no 220W", as crianças portadoras de TDAH dependem da atenção e conhecimentos dos pais e dos professores sobre o assunto para serem diagnosticadas.
O TDAH é um transtorno neurobiológico que causa alterações na região frontal do cérebro e nas suas relações com as demais partes do órgão. Esta é a região responsável pela inibição do comportamento, pela capacidade de prestar atenção, além de controlar a memória, o autocontrole, a organização e o planejamento das pessoas. Por isso, os principais sintomas da presença do transtorno são desatenção, inquietude e impulsividade.
O psiquiatra Enio Roberto de Andrade, do Ambulatório de Psiquiatria Clínica do Hospital das Clínicas de São Paulo, explica que apenas uma linha tênue diferencia o comportamento de crianças sapecas e agitadas e o daquelas que têm TDAH. "Não existe uma lista que diga quando é o transtorno e quando não é. Considerar o comportamento excessivo depende muito da perspicácia e grau de tolerância dos pais", afirma.
Geralmente, comenta Enio, a família descobre a existência do transtorno quando a criança entra na escola, porque os professores começam a chamar a atenção dos pais para o comportamento do filho e indicam a possibilidade de TDAH. Crianças com este transtorno costumam apresentar desatenção, problemas de autocontrole, dificuldade de aprendizagem e erros por distração, como trocar o sinal de uma conta.
"Ouvi o relato de um pai contando que o filho na hora de calcular 66 x 11 deu como resultado o número 67. Por causa da distração característica do TDAH ele multiplicou o primeiro número e somou o segundo", menciona o psiquiatra Enio Roberto.
Ele também observa que uma maneira dos pais perceberem se a criança é portadora de TDAH é analisar se o comportamento agitado, desatento e impulsivo está causando prejuízos no rendimento escolar e no relacionamento com os colegas.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Primeiros cuidados com a saúde bucal do bebê

Por Mariah Mordente Cascão Marrey Ferreira - Dentista
Publicado em 27/01/2011

Proteção desde a gravidez


Arquivo pessoal Mariah Cascão

Os primeiros cuidados com a saúde bucal do bebê já devem se iniciar durante a gravidez, fase em que a mamãe está superdisposta a fazer mudanças de hábitos e adquirir novos conhecimentos que farão toda a diferença no crescimento saudável de seu filho.
O ideal é que a mulher vá ao dentista antes de engravidar e faça todos os tratamentos necessários. Durante a gravidez é importante que a alimentação seja balanceada, rica em cálcio e flúor, e que a gestante escove os dentes e use fio dental após todas as refeições. É recomendado marcar uma profilaxia (limpeza) nos dentes; a melhor época é no segundo trimestre de gestação, em que a fase mais crítica de enjoos já passou e a barriga ainda não está tão grande.
Os cuidados com a saúde da boca da gestante são extremamente importantes, pois problemas nos dentes ou na gengiva durante a gravidez podem levar ao parto prematuro. Vale lembrar que as bactérias da boca são transmissíveis, por isso não se deve beijar na boca do bebê, soprar seu rostinho nem soprar suas papinhas.
É importante que você comece a higiene bucal do bebê pouco tempo depois que ele nascer. Não precisa ser nos primeiros dias, quando você ainda estará se acostumando com a nova vida e tudo será muito novo, os primeiros banhos, os cuidados com o umbigo, as noites sem dormir.
Mas logo você estará tirando tudo de letra, então poderá iniciar a higienização bucal do recém-nascido. Enrole uma fralda limpa ou uma gaze no seu dedo indicador e embeba-a com água filtrada ou fervida. Passe nas gengivas, bochechas e língua do bebê. Faça esse procedimento com suavidade para não ferir os tecidos bucais. Não precisa ser após toda amamentação. Um bom momento é durante ou logo após o banho; o seu bebê associará a limpeza da boca com hábitos de higiene.

Desenvolvimento bucal do bebê


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É importante ressaltar a importância da amamentação, pois além dos benefícios para a saúde física e psicológica, a sucção estimula o crescimento dos ossos da face, a formação da arcada dentária e o correto posicionamento da língua do bebê.
Caso seja necessário o uso de mamadeira, opte pelos bicos ortodônticos de silicone. Eles são menos prejudiciais, pois o tamanho do orifício do bico é menor e sua posição ajuda a criar um movimento de sucção parecido com o que o bebê faz quando mama no seio materno. Além disso, o material deforma menos e facilita a limpeza, acumulando menos restos de alimentos e micro-organismos. A posição correta para dar a mamadeira é a mesma da amamentação no seio.
O uso da chupeta ainda é muito controverso, pois já foi comprovado que ela acalma o bebê, porém o uso diário indiscriminado por um longo período pode prejudicar a fala, a deglutição, a fonação, além da estética, trazendo muitos malefícios para a saúde bucal do seu bebê. Caso você decida dar chupeta, escolha os bicos ortodônticos e não a deixe pendurada na roupinha dele. Use para acalmá-lo e fazê-lo dormir, mas assim que ele dormir retire a chupeta. Se tiver que escolher entre deixar o bebê usar chupeta ou chupar o dedo, escolha a primeira opção, pois é um hábito mais fácil retirar depois.
Antes de o bebê nascer você pode marcar uma visita ao odontopediatra, que é o dentista responsável por cuidar da saúde da boca das crianças. Ele irá orientá-la sobre os cuidados necessários com a higiene bucal do bebê.
Um bom momento para retornar ao odontopediatra é quando os dentinhos começarem a despontar. Seu filho começará a salivar bastante, a coçar a gengiva e ficará mais irritadiço. Existem vários tipos de mordedores, que aliviam o desconforto. Os que vão à geladeira são ótimos, pois têm efeito anestésico. Outra boa opção é passar chá de camomila concentrado e gelado sobre as gengivas com uma gaze. Há outras opções para aliviar o incômodo em farmácias, mas peça orientação para o pediatra ou odontopediatra antes de comprar. Saiba quando nasce cada dentinho do bebê.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Cuidados com a postura das crianças

Por Flávia Kurtz
Publicado em 14/06/2011

Idade escolar e postura


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É importante observar as crianças que já estão na escola. Normalmente sua postura muda nessa fase, já que passam muitas horas sentadas e nem sempre as mesas e cadeiras são adequadas para cada um.
Outro fator são as mochilas. O peso demasiado carregado de um lado só, também é prejudicial. Os pais precisam ficar atentos a isso.
A permanência da criança e adolescente à frente do computador e TV também pode influir na postura. Os pés devem ficar apoiados no chão, coxas paralelas ao solo, e a cadeira ajustada de modo que o usuário fique bem encostado na parte de trás, com os joelhos dobrados em um ângulo de 90º.
O simples fato de ficar de pé também merece atenção. Os pés devem ficar bem apoiados no chão e afastados na largura do quadril, a cabeça deve estar reta e os ombros soltos. O bumbum não deve estar empinado para trás, nem a barriga deslocada para frente.
Procure observar a altura dos bancos das bicicletas das crianças. Muitas vezes ele está muito baixo, fazendo com que a criança dobre muito os joelhos. Esta atividade prolongada poderá prejudicar a articulação dos joelhos dos pequenos.
Fazer uma atividade física também vai ajudar seus filhos criança a terem uma conscientização postural.
Lembre-se, os pais são primordiais para exercer a educação postural das crianças evitando assim, as futuras dores nas costas.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Cuidados com a postura das crianças

Por Flávia Kurtz
Publicado em 14/06/2011

Postura correta evita problemas


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Cuidar da postura das crianças e adolescentes não é uma tarefa fácil. Quem nunca falou para uma criança "senta direito!", "estica as costas!"? Muitas vezes essas frases tornam-se chatas por serem repetitivas, mas o esforço vale a pena, pois se desde a infância pudermos proteger nossas articulações poderemos evitar sérios problemas no futuro.
Como fisioterapeuta especializada no Conceito Sohier - um método manual que visa desenvolver nas articulações uma harmonia que irá preservar a integridade biológica dos tecidos - preparei algumas dicas para ajudar a cuidar da postura das crianças.
Numa época onde se vê grandes mudanças do comportamento humano em relação à saúde, vejo a necessidade de chamar atenção para a postura com a realização de simples atividades diárias, tanto das crianças como daqueles que as cuidam.
As crianças devem andar descalças, pois o pé possui diversos receptores que informam ao corpo a posição no espaço, o que lá na frente renderá um bom equilíbrio para o indivíduo.



criança assistindo tv

Não deixe as crianças sentarem fazendo uma rotação interna do quadril e rotação interna de joelho (quando a perna, em relação ao quadril, se dirige para fora) como na figura acima. Isso prejudica as duas articulações (quadril e joelho), pois promove uma força resultante que pode danificar a cartilagem dos mesmos.
A criança deve sentar-se sobre os ísquios (ossinhos do bumbum), com as costas retas, bumbum próximo ao encosto e pés apoiados no chão.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Como higienizar carrinhos e cadeirinhas de bebê

Por Priscila Caldeira - Equipe BBel
Publicado em 08/08/2011

 Consequências da falta de higienização


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Você higieniza o carrinho, bebê conforto e cadeirinha do seu bebê? Esses itens por serem muito utilizados pelas crianças são fontes de contaminação e proliferação de bactérias e fungos. Não é pouco frequente o derramamento de líquidos ou alimentos nesses produtos, e o aparecimento de micro-organismos, ocasionado pelo depósito de restos de comida e umidade, pode afetar a saúde dos bebês e crianças.
A falta de higienização pode ocasionar problemas gastrointestinais como diarreia, febre e vômito, alergias e problemas respiratórios. "A criança ainda não tem totalmente formado o seu sistema imunológico, então ela fica exposta a esses agentes agressores com mais facilidade", diz a microbiologista e professora do curso de Biomedicina da Veris Faculdades, Rosana Siqueira dos Santos.
Assim como a falta de higienização, a utilização de certos produtos para a limpeza também podem ocasionar problemas ao bebê. "A utilização de alvejante e produtos químicos que contenham cloro ou outro com cheiro forte em carrinhos ou cadeirinhas pode causar coceiras, irritações alérgicas e outros desconfortos", aponta.
Veja na próxima página as condições básicas de higienização necessárias para evitar problemas de saúde nas crianças.

 Formas de higienizar


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A limpeza desses acessórios de uso infantil no final do dia é uma prática saudável e protetora. Primeiramente, os pais precisam estar atentos às informações e orientações de limpeza do fabricante do carrinho e da cadeirinha do bebê no ato da compra, observando o tipo de material e revestimento utilizados na fabricação. "Cada modelo é feito de material diferente e isso requer alguns cuidados na hora de lavar", explica a microbiologista Rosana Siqueira dos Santos.
Antes da lavagem é preciso observar se a estrutura de pano ou forro é lavável. Se a criança derramar algum tipo de líquido como suco e sopa, a limpeza deve ser feita primeiramente com um pano seco para retirar os resquícios de alimento e umidade. Em seguida, passe um pano úmido com sabão neutro. "Esfregue a área atingida para evitar que fique com cheiro ruim ou que manche o carrinho ou cadeirinha. Logo em seguida, pegue outro pano úmido sem sabão e passe novamente até retirar todo o sabão e sujeira. Depois passe um pano limpo e seco sobre toda a área atingida e deixe secar naturalmente na sombra", orienta.
Segundo a microbiologista, a lavagem deve ser feita com sabão neutro em água morna (temperatura em torno de 40° C). "Isso facilita a ação do sabão neutro sobre a sujeira", diz Rosana, que orienta a não deixar de molho e sim lavar na sequência.
Alguns materiais, como o algodão, não é recomendado esfregar, torcer ou colocar na máquina. "Deixe secar naturalmente à sombra. Se for possível passe o ferro sobre o tecido porque isso facilita a eliminação de qualquer resíduo de bactérias, fungos e vírus no produto, tomando cuidado para não queimá-lo ou danificá-lo", afirma. Se não for possível passar o ferro, antes de colocar o forro no lugar verifique se está totalmente seco, para não haver a formação de mofo.
As partes metálicas dos carrinhos e cadeirinhas também precisam de atenção. Veja na próxima página como limpá-los e também, como funciona a limpeza em lavanderias profissionais.

Partes metálicas e lavagem profissional


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As hastes metálicas da cadeirinha devem ser limpas com água e sabão neutro. "É preciso tomar cuidado para não usar esponjas abrasivas para esfregar porque isso pode danificar as hastes e deixar o carrinho e cadeirinha com aspecto ruim", recomenda. Outra opção, conforme explica, é passar um pano seco primeiro para a retirada de toda sujeira e partículas de poeira e, logo em seguida, aplicar pano úmido com álcool 70% e deixar secar naturalmente.
Antes de deixar os acessórios disponíveis para o uso do bebê, é preciso que os pais chequem a segurança das hastes metálicas. "Os pais têm que ver se não há nenhuma peça solta, porque isso pode ocasionar algum tipo de acidente com a criança".
Para quem prefere praticidade, a lavagem do carrinho ou cadeirinha pode ser feita na lavanderia, que utilizará produtos bactericidas na limpeza. O preço pode variar de R$ 50,00 a R$ 80,00, conforme o tamanho do carrinho. Já no das cadeirinhas a variação é de R$ 30,00 a R$ 50,00.
De acordo com o gerente operacional da Quality Lavanderia, Ricardo Monteiro, o material já higienizado é devolvido entre quatro e sete dias úteis, em média. "Irá depender muito do carrinho. É uma lavagem completa onde o material é todo desmontado e lavado por partes", diz.
No entanto, os cuidados com acessórios de uso infantil não devem ser excessivos para não gerar problemas à saúde da criança. "A mamãe não precisa ficar neurótica em matéria de limpeza, só deve ter condições básicas de higienização", esclarece Rosana.

Depressão também pode atingir crianças

Por Maria Alice Fontes Publicado em 05/09/2011

 Cuidados dos pais


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Para o tratamento das crianças é fundamental a participação dos pais, pois todos precisam "remar" na mesma direção. Os pais precisam receber orientações de como lidar com a criança deprimida dentro de casa e ajudá-la a sair desta condição o mais rapidamente possível. A depressão é uma condição crônica e recorrente, e em caso de não ser bem tratada pode ter recaídas.
Às vezes é mais fácil negar que seu filho tenha depressão. Você pode adiar a procura de um profissional de saúde mental devido a estigmas sociais, no entanto é muito importante entender a depressão e perceber a importância do tratamento para que a criança possa continuar a crescer fisicamente e emocionalmente de uma forma saudável. Também é importante procurar informações sobre depressão e seus efeitos futuros durante a adolescência e idade adulta.
Se você é um pai de uma criança ou adolescente, está ciente dos desafios envolvidos na comunicação com os filhos. Aqui estão algumas dicas para tornar seu contato mais fácil:
  • Ao disciplinar o seu filho, substitua a punição pelo reforço positivo. Vergonha e punição podem fazer uma criança e um adolescente se sentirem inúteis e inadequados. Autorize o seu filho a cometer erros. Superproteção pode ser percebida como uma falta de confiança nas suas capacidades. Isso pode torná-los menos confiantes.
  • Dê espaço para o seu filho. Não espere que eles façam exatamente o que você diz o tempo todo.
  • Não force seu filho a um caminho que você gostaria de seguir. Evite tentar reviver sua juventude por meio de atividades e experiências do seu filho.
Se você suspeitar que seu filho está deprimido, permita ouvir suas preocupações. Mesmo se você não acha que o problema é uma preocupação real, lembre-se que algumas queixas podem ser muito reais para eles. É importante manter a linha de comunicação aberta. Tente evitar dizer ao seu filho o que fazer. Em vez disso, ouça atentamente e descubra quais as causas dos problemas.
Se você se sente incapaz de chegar perto de seu filho, procure ajuda de um profissional de saúde mental qualificado para auxiliar essa relação.
Saiba lidar com o medo infantil.

Depressão também pode atingir crianças

Por Maria Alice Fontes
Publicado em 05/09/2011 

Formas de diagnósticos e tratamentos


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Para o diagnóstico de depressão na infância é importante que os sintomas estejam presentes durante as duas últimas semanas e que representem uma mudança significativa do funcionamento da criança com pelo menos um dos sintomas.
Para as crianças, o tratamento da depressão deve sempre iniciar com psicoterapia isoladamente e, em casos raros, em combinação com medicação antidepressiva. Muitos tipos de psicoterapia estão disponíveis. Para tratamento da depressão, a terapia cognitivo-comportamental pode ser especialmente eficaz. Crianças que estão deprimidas, muitas vezes têm uma visão negativa de si mesmas. Com a terapia elas aprendem a desenvolver uma perspectiva mais positiva, o que pode ajudar a aliviar a depressão.
Com crianças, o tratamento psicoterápico deve estar baseado na ludoterapia, ou seja, a psicoterapia através do brincar. Elas são trazidas ao tratamento indicada por outras pessoas como pais, professores e até instituições. Para crianças é muito difícil falar sobre pensamentos e sentimentos, tolerar angústias e superá-las quando a terapia não se utiliza de jogos, histórias, brincadeiras, exercícios divertidos e interessantes.
Elas precisam de "aventuras terapêuticas" como parte essencial do tratamento. Assim, a psicoterapia com crianças não pode ser um exercício abstrato e intelectual. Deve ser um programa divertido, alegre e ao mesmo tempo trazer desafios e ajudar a criança a lidar com seus medos, angústias e conflitos, de forma lúdica. Vale salientar que todo processo psicoterápico com crianças deve incluir a orientação de pais como parte fundamental do tratamento.
Mesmo quando os sintomas de depressão vão embora, o tratamento deve continuar por algum tempo, pois isso irá reduzir o risco da depressão se repetir. A detecção precoce e tratamento da depressão são importantes em qualquer idade e o apoio da família é essencial. Se você suspeitar que seu filho está deprimido, entre em contato com o seu médico ou um profissional de saúde mental.
O médico, o psicólogo, pais e professores devem estar envolvidos nesse processo. Deve-se buscar o maior número possível de informações, pois somadas ajudarão os profissionais a realizar uma intervenção mais eficiente. Conhecer as amizades da criança, seus gostos e desejos, suas críticas e fantasias é fundamental para todos os que interagem com a criança.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Depressão também pode atingir crianças

Por Maria Alice Fontes
Publicado em 05/09/2011

Agravantes



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Relações parentais desestruturadas, cobranças excessivas e a falta de tempo livre podem ser fatores causadores da depressão infantil. A preocupação excessiva com o futuro da criança também tem influenciado as decisões dos pais na hora de conduzir o cotidiano dos filhos.
Muitos pais acham que as crianças devem se preparar para a concorrência profissional desde cedo e concordam que para estarem preparadas para a vida devem estudar mais do que brincar. Só que é preciso ficar atento. As crianças estão cada vez assumindo mais responsabilidades e compromisso, além do que podem suportar, brincando menos do que deveriam.
O excesso é prejudicial ao desenvolvimento infantil e gera desinteresse pelos estudos, brincadeiras, além de problemas na aprendizagem, queda no rendimento escolar, estresse, cansaço e até depressão.
Há vários estudos a respeito da relação entre depressão infantil e rendimento escolar. As principais alterações estão nas funções cognitivas como atenção, concentração e memória. É alta a incidência de sintomas depressivos em crianças com dificuldades escolares.
O baixo rendimento escolar decorrente da depressão parece estar associado com as dificuldades destas crianças em prestar atenção na explicação, apesar de terem habilidades cognitivas correspondentes à faixa etária.
Dificuldades de aprendizagem e sintomas de desordem afetiva costumam ser confundidos e essa situação demanda uma investigação cuidadosa. É necessário verificar qual o quadro primário, a depressão ou a dificuldade de aprendizagem para que o encaminhamento de tratamento seja adequado.

Matéria retirada do sit: http://bbel.uol.com.br/filhos/post/depressao-tambem-pode-atingir-criancas/page3.aspx

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Depressão também pode atingir crianças

Por Maria Alice Fontes
Publicado em 05/09/2011

 Depreção em bebês e sintomas


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O psicanalista inglês John Bowlby contribuiu com as suas investigações para o estudo das reações da criança frente a uma separação materna e relaciona estes comportamentos como uma primeira depressão. O autor defende que a fase considerada mais crítica situa-se entre os cinco meses e os três anos de idade.
Numa primeira instância, o bebê atravessa uma fase de protesto no momento de separação, apresentando choro, agitação, com manifestações que persistem até dois ou três dias; posteriormente segue-se a fase de desespero (bebê rejeita comer, ser vestido e tudo que o rodeia, assemelhando-se a um estado de grande luto); por último, aparece a fase de desvinculação, quando recusa a presença de enfermeiros e não aceita os seus cuidados sem a presença da mãe. Este tipo de depressão infantil pode ocorrer muito precocemente e está relacionada à ausência dos cuidados maternos.
Apesar de a depressão poder aparecer em qualquer idade, o risco de desenvolver a doença aumenta significantemente com a puberdade. A prevalência de depressão nos adolescentes chega a 25%, de acordo com a Academia Americana de Psiquiatria da Infância e Adolescência. Os principais sintomas de depressão na infância são sentimentos de desesperança, dificuldade de concentração, memória ou raciocínio, angústia, pessimismo, agressividade, falta de apetite, tronco arqueado, falta de prazer em executar atividades, isolamento, apatia, insônia ou sono excessivo que não satisfaz, desatenção em tudo que tenta fazer, queixas de dores, baixa autoestima e sentimento de inferioridade, ideia de suicídio e pensamento de tragédias ou morte, sensação frequente de cansaço ou perda de energia, sentimentos de culpa e dificuldade de se afastar da mãe.
Os pais ou responsáveis podem perceber a depressão infantil quando ocorrer uma mudança significativa no comportamento da criança que envolva os sintomas acima descritos.

Matéria retirada do sit: http://bbel.uol.com.br/filhos/post/depressao-tambem-pode-atingir-criancas/page2.aspx

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Não dá pra vacilar, tem que VACINAR


Dia 13 de agosto (sábado), será dada a 2º dose da vacina contra a poliomielite.
Todas as crianças menores de 5 anos devem ser vacinas, inclusive as que não tomaram a primeira dose. Aproveite para deixar a carteira de vacinação das crianças em dia.
Vacinação é programa de família!

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Não dá pra vacilar, tem que VACINAR


Lembramos a todos os pais e responsáveis, que hoje é o último dia para levar as crianças de 1 a 7 anos para vacinar contra o sarampo.